28.2.12

Diário de Viagem - 9

Não se assustem! Os Diários de Viagem de 5 a 8 estão escritos, mas não sei se serão publicados agora, pois tem muitas fotos e a conexão wifi do navio não é de confiança. Na verdade, a própria tripulante que vendia o pacote (10 dólares por meia hora!!!) avisava que é via satélite e intermitente. QUER DIZER.

Mas como agora estamos atracados em Buenos Aires, vou me render e comprar meia hora, para publicar os posts e tentar falar com Marido. Mas primeiro vai este, só com texto. Smiley piscando

Chegamos em BsAs antes das 9h, mas como estava chovendo muito, o porto ficou fechado, sem possibilidade de desembarque, nos assustando, especialmente pelas notícias que estamos tendo de vários navios atracados em Santos e sem poder desembarcar por motivo de doenças a bordo. Mas, enfim, às 9:40h anunciaram que as autoridades portuárias estavam vindo liberar o navio. Primeiro descem os que compraram excursões – preços absurdos, em dólar – e depois os que desembarcam “por livre”. O portunhol aqui come solto!

Não compramos excursão, vamos saltar e pegar o ônibus turístico na Plaza de Mayo, 70 pesos por pessoa, já vi no site. No momento, estamos esperando a liberação. Está friozinho e chuvoso, que pena… mas vamos tentar aproveitar, mesmo assim. Os humores de todos estão em dia, só mamis, que, pra variar, está sonolenta. Mas isso é normal, pela manhã.

***

Acabamos de voltar do passeio pela cidade, e foi ÓTIMO!!! Considerando a dificuldade de Mamis para andar, ela se comportou super bem, curtiu um bocado, e agora está lá, tomando banho pra ir jantar. Convém dizer que o que mais se tem feito neste navio pe COMER! Preciso ficar de plantão pra não deixar entrar comida demais e depois os dois passarem mal… mesmo sendo servido à francesa, a quantidade é grande. E no café da manhã que é self service é que é o problema!

Finalmente consegui falar com Marido, por míseros 4 minutos, num telefone do porto, pagando 2 reais o minuto. Mas valeu! Estava morrendo de saudade de ouvir aquela voz… Smiley piscando

24.2.12

Diário de Viagem - 4

O tempo pra postar está sendo curto, desde que saímos de Sampa. Estamos em Tatuí, na casa dos tios Rosalvo e Hilda, e ainda tem muita coisa pra contar de lá, desde o passeio gostoso com a Karina, ao reencontro com Dora e Luiz… E já estamos aqui há três dias, sendo paparicados pelos tios e pelas primas Débora, Cristiane e Cristina, e conhecendo a parte da família que nasceu nos últimos 20 (isso mesmo, VINTE) anos!

Incrivelmente, tenho feito poucas fotos. Aqui em Tatuí, passei dois dias sem pegar na câmera, é possível? Mas está sendo muito gostoso, muito bom mesmo estar com os queridos e matar as saudades.

Amanhã pegamos a estrada de Santos para embarcar rumo ao sul da América do Sul. No navio é que vai ser difícil – se não impossível postar, mas vou tentar, ao menos, escrever pra não esquecer.

23.2.12

Diário de Viagem - 3

Depois do Mercado Municipal, do Pateo do Colégio e da Catedral Metropolitana, entrarmos em váaaarias lojas procurando uma doleira (porta-dolar) e uma sunga para o filhote, fomos até à Liberdade. Abel queria comer “algo diferente”, típico da culinária oriental, mas nada como sushi ou sashimi. Pra ele só servia “lagartixa, gato, escorpião, lula, ou coisa assim”.

Então entramos num mercadinho onde todos falavam japonês, os rótulos eram em japonês ou no máximo em inglês (poucos tinham uma etiqueta minúscula com um nome pouco explicativo em português) e com certeza desejamos ter dinheiro pra fazer uma feira completa de coisas exóticas, porque, sim, tinha muita coisa diferente. Pra mim, o máximo foi água-viva. Alguém pode me explicar COMO se come algo que queima só de encostar na pele???

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Depois de nos divertirmos no mercado oriental, entrei numa loja-tem-tudo onde encontrei o tão procurado porta-dólar. Mas melhor do que ele, me deparei com uma arara cheia de mini-quimonos, quero dizer, blusas em formato de quimonos. Linnnndos, e com um precinho super acessível. Experimentei um, e… não tive dúvidas: comprei-o-o! E fiquei feliz da vida com minha compra, tanto quanto Ana com a doleira que ela também queria e Abel com a sunga.

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O máximo que Abel conseguiu comer de diferente foi um Takoyaki com lula, camarão e queijo, mas, segundo ele, já valeu. Eu e as meninas fomos de Tempura. Que estava delicioso, enorme, e baratíssimo: 2 reais!

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20-02-2012 129 <--- Esse é o MEU tempura.

Ana comprou picolé de CHÁ VERDE – pra emagrecer, né? e Bel um Melona de melão e uma raspadinha de melancia. Experimentei, e não gostei de nenhum!

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O bairro da Liberdade é lindo! E outra deliciosa experiência antropológica! É mergulhar em outra cultura sem sair do Brasil. Fomos super bem atendidos em todos os lugares em que entramos, por todas as pessoas com quem falamos, mesmo que não falassem português direito.

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Valeu muito, é um lugar que vou voltar quantas vezes puder, e se tiver dindin  pra gastar, vou mais feliz ainda, nem que seja pra comprar uma “havaiana de pau” ou entrar no freezer pra me esconder do calor!

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