16.6.18



Em tópicos  brevemente comentados:

  • É  na Rússia. (Até onde me informaram.)
  • O Brasil vai ficar em Sochi (onde foram os jogos de inverno há alguns anos.)
  • O Brasil vai jogar contra a Suíça domingo. (Os outros adversários não sei quem são)
  • Pode dar uma final Brasil  X Argentina (não faço  ideia das variáveis que levarão a isso)
  • Não faço ideia dos dias e horários de jogos do Brasil, que dirá dos outros jogos. (Só pra vocês terem noção, eu perdi a abertura, porque só  soube que ela estava acontecendo quando comentei com a caixa do supermercado que estava tão vazio... e ela respondeu: "tá todo mundo na abertura da copa!" )
  • Não sei se vou assistir algum jogo, muito menos onde nem com quem.


  • Não vou vestir camisa amarela. (Não sou pato) mas comprei dois chapeuzinho do Brasil, pra meus velhinhos  usarem! 

    • Não vou pintar azunha de cores referentes à seleção, Como fiz em outros anos.

    Tá bom pra vocês ?

    Ah! Estou muito chateada com a ausência de bandeirolas vermelhas na decoração junina... a copa fez com que todas as bandeirolas tivessem apenas as cores da bandeira. Gostei não. 

    Diz se não fica muito mais bonito assim, loucamente aleatório???
    (Praça de Serra Grande, dia 01/06)



    27.5.18

    Sozinha.


    Nem sempre "estar só" significa "estar sozinho".

    Tenho aprendido tanto nesses últimos cinco meses...

    A primeira vez que moro "sozinha", "alone", real-oficial nesta vida.

    São tantos sentimentos que afloram numa liberdade nova de simplesmente existirem... ainda não sei como explicá-los, não sei se um dia saberei, e nem se será  necessário. Mas quero deixar registrado aqui (pra mim mesma,  dependente que sou das imagens  e escritos para auxilio das minhas memórias) que eles existem.

    Que estou experimentando com intensidade cada nova sensação.

    Que na quase totalidade do tempo estou leve e tranquila.

    Que ainda estou feliz de estar só.  (Já me disseram que era "euforia dos primeiros dias"...)

    Que já precisei pedir ajuda com o carro, com consertos variados, mas fora isso... estou sabendo cuidar de mim direitinho! 😉

    Que meu coração está em paz.

    3.5.18

    Inferno Astral, nada!!!

    Meu aniversário está chegando… e os entendidos em astrologia dizem que os 30 dias anteriores são o “inferno astral”. Já experimentei esse “estado de blues” muitas vezes, já tive muita “coisa ruim” acontecendo exatamente nesse período… mas este ano está diferente.
    Entrei foi em “Paraíso Astral” no dia 12 de abril. Não dá para enumerar a quantidade de coisas boas, maravilindas e prazerosas que aconteceram nesse período.
    Foto: Carolina Cani
    Têm sido tantas e tão intensas, que já mudei de ideia quanto ao fato de não fazer uma comemoração oficial. Quando fiz 51, fiz uma Beauty Party, celebrando a “nova mulher” que nasceu aos 50, mais ligada no cuidado estético e com o bem estar do corpo. Ano passado foi ano down. Fiquei sozinha e chorando o dia inteiro, até que, no final do dia, duas amigas queridas apareceram (uma, depois a outra), trazendo lanchinho e alegria ao meu coração. Terminei o dia com uma chamada de Line no facetime, e fui dormir melhor.
    Este ano não vou ter nem tempo de bad. Tem turma de Curso Avançado de Foto e vou estar felizinha fazendo o que amo!!! Mas à noite quero juntar quem me ama pra fazer uma farrinha… ainda não sei como será, mas que será, será!
    Preciso celebrar o renascimento, a nova mulher que agora se enxerga com outros olhos, que deu uma repaginada interna, focada no autoconhecimento e no autoamor.
    Foto: Poliane Reis
    Que passou por uma tempestade (tufão, furacão, tsunami, enchente, incêndio, tudo junto), mas que enfim, está chegando à calmaria, não aquela calmaria de marasmo, mas a calmaria que permite navegar em busca de novos portos.
    A mulher que se permitiu um processo de Coach, que se reorganizou interna e externamente, que tomou nas mãos as rédeas da própria vida, e não se importa (delicadamente) com o que os outros estão pensando ou irão pensar.
    A mulher que está se encontrando profissionalmente na conexão com outras mulheres, seja na Retratoterapia ou nos registros de Parto, Chás de Bênçãos e Rodas de Lua.
    A mulher que se descobriu falha e fraca… mas se reinventou, como tanta outras vezes… que SABE que a água contorna os obstáculos em vez de brigar com eles e vai seguindo seu caminho.
    A mulher que quer celebrar o fluir da vida com calma mas também com intensidade. E vai celebrar!!!