15.6.06

Murphy, o feriado e o sol

Estou tendo cada vez mais certeza de que esse trio tem um pacto de sangue. Hoje foi feriado nacional, Corpus Christi. Adivinha qual seria o programa de quem mora no Nordeste, mais especificamente numa cidade do litoral sul da Bahia? Prêmio para quem disse PRAIA!!!

Mas... O tal pacto de sangue entre Murphy o feriado e o sol fala muito mais alto! Combinei com Flavinha de irmos, nem que fosse pra caminhar na praia. Eu ainda estou com resquícios da tal virose que me derrubou semana passada e não me atreveria a entrar na água. Mas queria aproveitar o dia morto... e tomar um pouquinho de sol. Errr... sol? Onde foi se parar? Ficou aquele dia branco, com um branco que queima a vista e me dá uma sensação de solidão terrível.

Tenho necessidade do amarelo do sol, preciso dele pra sentir que existe vida! Não saberia morar num lugar onde durante uma parte do ano o sol não aparecesse. Fora que o peso da roupa de inverno me incomoda demais! Gosto de me sentir livre e leve, sem um monte de roupa e agasalho!

Já falei aqui sobre minha relação com o frio, e de que não me importo com as gozações que porventura venham - e vêm mesmo, eu sei. Mas hoje, assistindo o Jornal Nacional, ouvi Fátima Bernardes falar sobre o frio que começou a fazer na Alemanha hoje. Georgia dá o relatório do tempo por lá, e já estou acostumada a ouvir "zero grau" ou "abaixo de zero". Então quando a Fátima falou do frio, esperei algo nesse nível, mas ela soltou: "Está fazendo cerca de 16°, quem vem pra cá, pode trazer os casacos, pois está bastante frio!" Tive vontade de rir... então não sou somente eu que sofro com 16°!!!

Bom, ainda não tenho aula amanhã, (na verdade, pra mim, a semana toda foi "feriado"). Vamos ver se Murphy dorme até mais tarde e deixa o sol levantar cedo! E eu consigo ir comer um caranguejo na cabana de Sissy... Afinal de contas, nos meses em que não ter "R" o caranguejo fica gordo... e muito mais gostoso! (detalhe: meses sem "R" = INVERNO!)

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