24.9.06

Tão diferente...



Esse domingo está sendo tãããão diferente do passado... que nem dá vontade de falar. Deixa a música dizer por si só: "I've been missing you, more than words can say..."

(em vez de links, vou colocar as fotos em slideshow...)

Anyway... domingo cedinho fomos à Igreja, escola bíblica em inglês, uma experiência interessante. Não ficamos pro culto, o sono tava demais... voltamos pra casa e cochilamos as duas no sofá, enquanto rolava o DVD "O melhor de Chaves" hehehehe! Depois do almoço, em casa, com os queridos, voltamos ao Recife Antigo (o nome do bairro é esse mesmo). Na Rua dos Judeus (com direito à primeira sinagoga do Brasil - que cobra 4 reais pra quem quiser visitar!), a feirinha de artesanato e de idéias, nunca vi tanto bom gosto junto. Sabe aquele lugar onde só se pode ir com muito dinheiro pra gastar ou então sem nenhum, só pra olhar? Tinha de tudo. De comida a roupa, passando pelas bijoux, decoração, acessórios mil, souvenirs, ah, nem sei mais! E tudo beeeem barato, quase inacreditável. Nem preciso dizer que dessa vez foi só pra olhar, mesmo. E ter idéias, claro. (Em breve, maiores detalhes sobre elas.)






No final da rua, a Torre Malakoff, observatório astronômico. "Vamos subir?" Qual não foi a surpresa, estava acontecendo uma exposição de fotos, "Encourados", de Geyson Magno, um fotógrafo do qual nunca ouvi falar antes, mas se me deixarem, falarei até no meu TCC... Vejam o projeto inteiro aqui. 5 andares de pura magia. E se não fosse isso, chegar lá em cima e ter essas vistas da cidade... valeria completamente a subida das escadas absurdamente desalinhadas, que nos fizeram descer de elevador, com medo de que uma das DDAs que adora cair de escada levasse as companheiras!






O sol ia se pondo... e a feirinha à noite ficou ainda mais bela, inclusive a barraca de luminárias (fotografada sem a permissão do dono - um bobão!) Ah, e o PCG - Partido das Coxinhas Gostosas, com sua propaganda eleitoral! Depois, uma carne de sol com macaxeira (pra nós é aipim, mas lá... foi macaxeira) e mais papo e risadas enquanto descansávamos sentindo o ventinho que vinha do rio.

Não tenho palavras pra dizer do sentimento que ia crescendo, só de pensar que logo eu estaria deixando tudo aquilo pra trás... e a saudade viria com mais força ainda. Abracei minha filha com força, mil vezes, desejando prendê-la em meus braços... e apesar de saber que TEM que ser assim... não nego que dói, e muito.

Voltamos pra casa, reunião de negócios no sofá da sala - noite histórica! - e o lanche na mesa da cozinha com mais risadas e todo mundo tonto de sono sem entregar os pontos!

Na segunda cedo fomos ao comércio, já querendo por em prática as idéias nascidas na tarde anterior. A surpresa foi não encontrar em Recife o que encontrei em um único lugar aqui mesmo em Ilhéus. Coisas da vida!!! Ah, nem precisei roubar a garrafinha de coca! Dessa vez deu pra comprar mesmo!






Depois do almoço, fomos a pé até o apê dela, levar a "mala" do fim de semana, pra depois ela pegar o ônibus e voltar à rotina de trabalho. (Matou aula na segunda, avisando o monitor via orkut!) Lágrimas que não pudemos conter... palavras que não pudemos dizer... o ônibus passando e parando - milagrosamente - fora do ponto, nem deu tempo pra um último abraço. Fiquei olhando minha menina ir sem olhar pra trás... e nem sei como consegui chegar em casa, sem enxergar o caminho. Mas foi assim. Valeu cada minuto. O dinheiro gasto, as loucuras feitas, as encrencas todas... não me arrependo de nada. Se pudesse, faria tudo de novo. Mas nem vai precisar. Mês que vem ela vem de férias! E mesmo que eu esteja super atarefada na faculdade, só de saber que podemos estar juntas à noite, já é bom demais!

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