9.2.07

Relâmpagos, raios e trovões

Não, não é aquele personagem de desenho animado (que nem lembro quem é). É a realidade da manhã por aqui. Dia branco e completamente líquido, com trilha sonora nada suave. Trovões com um intervalo de tempo entre um e outro que não dava nem pra dizer nada. A demora do pc em encerrar o Windows pareceu uma eternidade. E eu só pensava em perder mais um HD ou um pente de memória ou uma fonte...

Desligada a criança, peguei a câmera e registrei as cenas vistas da minha varanda: A rua ficando alagada em instantes, e os meninos do Colo-colo continuando a treinar, sem nem ligarem para a tromba d'água. No fundo de casa a água descia como uma cachoeira, por todos os lados. Ainda bem que é pedra, porque se fosse barro como na casa em que morávamos antes... a essa altura já estaríamos ligando 911, emergência. (Ops, às vezes eu acho que existe isso aqui... sorry, people.)


Foi uma das típicas "chuvas de verão", um volume imenso de água derramado de uma vez, e em poucos minutos tudo pode acontecer. Um flash disparou ao meu redor, e não sei dizer se foi só um relâmpago ou um raio. Mel deitou embaixo do braço do sofá e ficou quietinha... em nada parecida com a espoleta que é normalmente, especialmente na hora dos fogos de artifício durante os jogos. Acho que ela percebeu que não era brincadeira.

Eu não sou de ter medo de tempestade, não, mas essa botou pocando. Mas graças a Deus passou. E acho que nem chegou perto das que aconteceram recentemente lá pelo sudeste do país. E, é claro, nada remotamente parecido com as nevascas no hemisfério norte.

Eu queria escrever hoje sobre o frevo, que está completando 100 anos... mas vou deixar pra amanhã. Tomei um relaxante muscular pra ver se aplaca a dor no ombro esquerdo, que nem o atendimento na fisoterapia ontem deu jeito. Só que além de relaxar o músculo... me relaxou inteira, tô aqui quase dormindo. Então deixo com vocês a imagem da chuva, e me lembrem amanhã de falar do frevo. ("Ê saudade que bate no meu coração...")

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