18.3.07

Porque era ele, porque era eu

Ele era ele, no centro do palco naquela noite...
Tudo que não era ele se desvaneceu...
Luzes, sussurros, aplausos, tietes a mil
Respiração suspensa, olhos grudados, flashes sem fim

Músicas imaginei, mas o assombro gelou
na minha boca as palavras que eu ia falar.
Nem uma brisa soprou enquanto ele entrou:
"Voltei a cantar..."

Eu já sabia, meu Deus,
Tão delicada visão não se produz duas vezes no mesmo lugar.
Ah, que sortuda fui eu,
Quando os olhos de ardósia cheguei a encarar.

(Parafraseando o próprio, roubando a idéia de Marta)

Imagens... porque ainda estou em transe, não consigo escrever mais sobre o acontecimento!

Nenhum comentário: