15.4.07

Explicando... e creditando o niver a quem é de direito.

Pra os que me conhecem ao vivo (ou mais de perto), não seria necessária a explicação, mas como já gerou alguma confusãozinha básica, vou explicar. Meu niver, de nascimento, mesmo, é 12 de maio (tá perto, pessoas!!!) O niver que comemorei ante-ontem foi o de "renascimento", ou de "sobrevida" depois da extração do dito cujo. Tenderam? Então, Dani, você tava meio-certa, e Sérgio, o presente pode vir no mês que vem (hehehehe - Perobinha é meu sobrenome, viu?) Bom, mas hoje é niver dela, mesmo, de verdade. Pra quem duvida, esta é a capinha do DVD com fotos dela, que fiz há nãoseiquantos anos atrás:

Então... hoje seria dia daqueles posts melosos que vocês já estão até acostumados... acrescido da triste realidade que é a segunda vez que vou me despedir dela beeem no dia do niver (a primeira foi quando a deixei em Recife, no ano passado - mais uma que tá virando moda!) mas juro que não vai dar.


Prefiro lembrar só das coisas boas, e agradecer a Deus por ter permitido que ela ficasse aqui até hoje, depois da saga de troca de passagens mil vezes, que ela contou. Então, sem melosidades da mãe que passou a semana tonta, não comprou presente nem fez festa - obviamente porque tá sem dindin (e ela tá pensando que tem alguma surpresa por aí, tadinha...) Deixo aqui registrado um pedacinho do meu amor, da minha felicidade que é tê-la como filha, e que é tê-la em meus braços no dia de hoje. Esta semana estive conversando com o irmãozinho sobre filhos alheios... e mostrando a ele o quanto sou feliz pelos filhos que tenho. (Claro que aproveitei também pra mostrar as mães alheias e puxar um pouquinho pro meu lado, né? Besta eu não sou meeeesmo!) Mas o fato é que os meus filhos são mesmo especiais. Pode até ser porque são MEUS, mas que são, SÃO. E ela, talvez por ser mulher, talvez por ter na genética uma porcentagem maior de mim (por dentro e por fora), por ter mais tempo de convivência, ainda que usando a tecnologia (net, celular e afins), tem sido a companheira que me ajuda a levar a vida de uma maneira muito melhor. Esta semana ela foi marcar meu lugar na clínica com o Dr. Neuro, e depois, quando eu cheguei (sem ela), um sr. que estava lá disse: "foi sua fiha que marcou, não foi? Logo que a sra. entrou, eu reconheci..." E eu, fiquei toda boba,claro!


Então... Depois de uma odisséia de DVDs na cama, (e consequente pirataria pra ela levar), overdose de acarajés e abarás (dessa vez com camarão) com muuuita coca, é claro, poucas idas à praia, mas que valeram muito, uma câmera quebrada, (mas hoje consegui uma emprestada, tks, Cris do meu coração), alguns programas de índio, (outros nem tanto), momentos difíceis, que foram sublimados com chocolate meio-amargo, porta aberta e coisas no gênero, um almoço comemorando niver alheio mas que vai servir como se fosse dela, já está chegando a hora de ir. E eu vim aqui me despedir e dizer que em qualquer lugar por onde eu andar, vou lembrar de você ... Só me resta agora dizer 'adeus' e depois ver seu caminho seguir. O meu coração você vai levar, não ligue, com certeza vou chorar, mas agora... Adeus.



Fotos de ontem, pouco antes da meia-noite, aproveitando a festa de Nai, rindo, comendo e lembrando de canções da infância
("os ovinhos que a mãe passarinho pôs, eram três..." - só que eram azuis e não verdes!)

E, pra finalizar, flores e docinhos... pra desejar a ela um niver mais feliz do que eu posso dar por conta própria. (Te amo, minha dizaine lindaaaaaa! Iáaaaaaaaaaa!!!!)



Ah, obrigada pela canga do calçadão de Copa, comprada no SAC de Ilhéus, pra me fazer deixar de usar a batinha que eu gosto tanto, mas que já deu o que tinha que dar!


Soundtrack: Cake, "Can't take my eyes off You" (juro que ainda aprendo a letra, pra não parar no "I love You, baby..."

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