26.6.07

As linguagens do amor

Parece que foi ontem que escrevi esse post gigante celebrando o aniversário dele. É, nem descansei dessa árdua tarefa, e já chegou de novo. 16 anos. Mas hoje não vai ter post retrô, não, nem babação de ovo. Mesmo porque ele nem gosta disso, eu é que sou a boba que fico me derretendo toda.



Este ano está todo diferente... primeiro porque não tem festinha programada, nem comemoração em família. Não é maldade da bruxa má(ãe) não! É que o pai deu o pc novo pra ele, e isso em si já é a festa! Pra ele, tirá-lo do pc é o maior dos castigos. (Hoje fiquei sem o meu -ainda estou - e era de chorar ver a cara da criança, como se estivesse fazendo um imenso sacrifício em ceder o pc pra mãe por 15 minutos. No momento, estou usando em paz, porque ele saiu com o pai).



Então, não tem festinha, teve presentão antecipado (o avô colaborou dando uma cadeira super chique) eu tenho gravação do TPM (a última) e assim se passará o dia de amanhã.



Às vezes as pessoas que lêem aqui acham que eu "gosto mais dela do que dele", e fazem comentários que me deixam triste. Sim, falo mais dela, mas isso não signifique que a quantidade de amor seja diferente. É tão difícil explicar... Ela dá retorno de todas as formas, e ele é caladão... as linguagens do amor dos dois são diferentes... e a dela é igual à minha. Fora o fato de que mulheres se entendem de uma maneira especial... (e que eu não sei explicar por que não sou assim com a minha mãe). O fato é que me magoa quando duvidam do meu amor por ele. Só espero é que ele não duvide.



Não quero entrar na questão da quantidade de amor, mas nas diferentes maneiras de ser demonstrado. Gary Champan, no livro que já citrei antes, e disponibilizei em e-book diz de uma maneira bem interessante sobre isso. Ele coloca que são 5 linguagens básicas, para amar e se sentir amado. São elas: Palavras de afirmação, Qualidade de tempo, Toque físico, Formas de servir e Dar presentes. Se pensarmos em o quanto cada uma dessas coisas é importante pra os nossos relacionamentos todos, vamos chegar na nossa "primeira linguagem de amar". É incrível como são pertinentes as colocações do Dr. Champan.



O que vem a seguir é: num relacionamento, os dois conhecerem a sua própria linguagens, e a linguagem do outro. A partir daí, trabalharem pra demonstrar seu amor da maneira que o outro entenda.


Seria tão fácil se a gente conseguisse, né?

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