24.6.07

Domingo na praia


Tudo bem, foram umas 3 h, "somente"... e passei outras tantas na igreja, mas o post de hoje traz algumas reflexões entre uma dupla de futuras comunicólogas sobre relacionamentos, trabalho, futuro, e coisas várias. Claro que ilustrado. Infelizmente a trilha sonora da conversa - e que muitas vezes direcionava o assunto, era o "forró atravessado" de Calcinha Preta, Limão com Mel, e outros grupos com nomes igualmente criativos.
Uma das músicas, Código das Vinte, dizia como o cara consegue ter 20 namoradas e não se enganar, e dizer a cada uma "Mas eu amo só você, você é quem me faz feliz, a escolhida do meu coração, as outras são apenas curtição." Pior é que numa escala reduzida, (2 em vez de 20) isso é tãããããão comum... é tão fácil pro famigerado sexo forte ser assim, como direi... tão aberto em seus relacionamentos, enquanto as meninas românticas vão quebrando a cara repetidas vezes, e desejam bater a cabeça na parede e se chamar de burra, ao perceber que mais uma vez se deixaram enrolar (ou se enrolaram sozinhas) nas palavras doces no ouvido, ou nas atitudes que parecem ter uma direção, e na verdade têm outra. E o máximo foram as técnicas sugeridas pela dupla lindamente criativa pra esquecer um dito cujo que não deu certo. Lembrar de defeitos sórdidos... foi a melhor de todas. hehehe

Não me perguntem do que eu estou rindo tanto!!!

Fomos pra praia depois do almoço, então o consumo na cabana foi zero. Isso levava o garçon a passar de 10 em 10 minutos dizendo: "qualquer coisa, é só pedir!" e um casalzinho de crianças de 5 em 5 minutos oferecendo "côco gelado de 1 real", até a gente aceitar e eles sumirem, na hora de partir o côco pra comer a carninha. Isso nos levou a refletir sobre o esforço das crianças em empurrar côco na praia, andando no sol de um lado pro outro, perguntando mil vezes se "quer côco gelado de 1 real".



Tinha um quarteto jogando futvolei sem rede... que prendeu um bocado nossa atenção, e obviamente, não pelos corpitchos, mas pelo talento mesmo. Incrível como eles dominavam a bola com cabeça, ombro, peito e pernas... gente, eu sou uma nulidade em esportes, então valorizo muito quem consegue alguma coisa.


O céu estava absolutamente azul, mas a água não estava morna como sempre... estava um gêlo só... então ficamos mesmo foi lagarteando até enquanto teve sol, (os coqueiros fizeram sombra cedo)...


Não foi em Itapoã, "sentir preguiça no corpo" e não numa esteira de vime, mas numa canga, "tomar uma água de côco, é bom... passar a tarde..." Esse tipo de programa faz meu dia valer à pena, e olha que nem comi caranguejo!!! (Nem pareceu que era inverno, e exatamente dia de São João, que eu nem vi passar!)

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