11.6.07

Tanta saudade...


"Era tanta saudade
É, pra matar
Eu fiquei até doente,
Eu fiquei até doente, menina.
Se eu não mato a saudade
É, deixa estar,
Saudade mata a gente,
Saudade mata a gente, menina...

Quis saber o que é o desejo,
De onde ele vem.
Fui até o centro da terra...
E é mais alé.
Procurei uma saída, o amor não te,.
Estava ficando louco,
Louco, louco de querer bem...

Mas voltou a saudade,
É, pra ficar
Aí eu encarei de frente,
Aí eu encarei de frente, menina.
Se eu ficar na saudade, e deixar,
Saudade engole a gente, saudade engole a gente, menina!

Quis chegar até o limite de uma paixão,
Baldear o oceano com a minha mão,
Encontrar o sal da vida e a solidão,
Esgotar o apetite,
Todo apetite do coração..."

(Djavan e Chico, mas eu também digo)




Tem dias que saudade dói. Que engole e quase mata. E que a gente fica sem ação, com vontade de trazer pra perto o que está longe, de reviver o que já aconteceu, e de desenhar numa folha nova coisas que ainda não existiram. Existe saudade do que ainda não aconteceu? Ás vezes sinto que sim. Dá um aperto no coração, misturando saudade e esperança... (como um livro que li há muuuuito tempo, falando sobre um assunto completamente diferente, mas a junção de palavras ficou pra sempre na minha cabeça).

E a saudade nunca passa... só adormece, cansada de espezinhar um coração... e depois que recupera as forças, volta pior ainda. Enquanto ela descansa eu vou ali comer alguma coisa... e dormir , aproveitando que ela deu uma folga.

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