1.12.07

O segundo foi melhor que o primeiro???

Deixei passar batido! Dia 29 (quinta) foi o segundo aniversário do deixoler, e eu não fiz nem um bolinho!!! E isso lá é coisa que uma mãe faça (ou não-faça)???

Bom, já passou mesmo, eu nem posso creditar ao DDA... foi a agonia da semana de apresentações de mono, e dia 29 eu estava sofrendo com Rê, não deu nem pra pensar em blogar.

O jeito agora é fazer um balanço... do blog e da minha vida nesses dois anos, ou melhor, uma análise comparativa dos "29 de novembro" de 2005, 2006 e 2007.

Em 2005 eu comecei a escrever pra tentar tirar um peso do coração, cheia de lágrimas, me sentindo sozinha e sem muito o que comemorar. O final de novembro chegou em 2006 me mostrando uma mulher diferente, alegre, expansiva, cheia de amigos virtuais, e, como boa bahiana, festeira. Foram 13 posts numa só noite, trazendo a visão de 12 amigos sobre o ano que passou, nossa amizade e o mais que eles quiseram. Um festão!!! Novembro de 2007... clima de desespero, crise, ansiedade... tudo por conta do final do curso. Comi, bebi e respirei monografia, rádio-poste e todos os teóricos que me fizeram pensar sobre memória e a construção da identidade. Dei um tempo no blog, não conseguia me expor nem um pouquinho, não sei se não conseguia, se não queria, ou se não via nada que merecesse ser dito. Mas passou. O final do mês chegou, me trazendo, em seu último dia um presente digno de todo o esforço empreendido: "a" nota!

Não teve festa virtual... não teve tanta proximidade dos amigos... não teve nem um post decente! Tasquei "o meu pior", idéia meio-roubada (roubada e adaptada, com permissão pedida) da Mia, e guardada para "o dia da angústia" (o dia em que não tivesse o que dizer)... tsc tsc tsc, que vergonha!

Mas, péra aí!!! Por dentro, eu estou muito melhor!!!

Mais segura, mais experiente (mesmo), mais tranquila, com mais realizações contabilizadas... basta ver o sorriso relaxado da comunicóloga, exatamente no dia 29 de novembro de 2007:



Então, não há problema algum em fazer a festa sem avisar, esperando só os amigos que quiserem aparecer e se alegrar comigo.

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