8.4.08

Dura na queda

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Sozinha na avenida canta seu enredo, fora do carnaval.
Perdeu a saia, perdeu o enprego, desfila natural...
Esquinas, mil buzinas, imagina orquestras,
Samba no chafariz:
Viva a folia! A dor não presta, felicidade sim!

O sol ensolarará a estrada dela
A lua alumiará o mar
A vida é bela, o sol, a estrada amarela
E as ondas, as ondas, as ondas...

Bambeia, cambaleia, é dura na queda
Custa a cair em si.
Largou família, bebeu veneno e vai morrer de rir.
Vagueia, devaneia, já apanhou à beça
Mas para quem sabe olhar, a flor também é ferida aberta
E não se vê chorar...

O sol ensolarará a estrada dela
A lua alumiará o mar
A vida é bela, o sol, a estrada amarela
E as ondas, as ondas, as ondas...


Cada vez mais me convenço de que essa é a minha música, minha soundtrack particular.

Hoje passei horas tentando arrumar meu currículo Lattes, e nada de conseguir, mesmo com ajuda via e-mail da minha eterna orientadora. Até que o Anjo Bom da Academia se dispôs a me salvar... e até milagre o danado fez! O currículo cresceu e se desenvolveu, subiu no varal!

Amanhã é a batalha de imprimir e fazer xerox de 83945783 certificados e entregar no protocolo. Que Deus me ajude, e faça o sol ensolarar minha estrada, me deixando enxergar a vida que é bela. Mesmo que o sol só se abra aos 45' do segundo tempo.

A propósito, sobre o show dos dias 26 e 27, tenho ingressos para vender. Inteira = 20,00 e meia 10,00. Mas pagam meia: crianças, menores de 18, maiores de 40, estudantes, profissionais, desempregados e afins. Isto é: paga meia quem quiser assistir o espetáculo. ;)

Vou dormir, que estou caindo de sono. Boa noite! (E boa sorte.)

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