25.5.08

"A massacrante felicidade dos outros"

Quando li o título do texto da Martha, (íntimas, nós duas.. quase eu a chamo de Marthinha) deu vontade de escrever sobre isso. E grazzie Dio ela só usou "de mim", o título que eu queria. Andou pra outro lado, o que foi bom. Assim posso escrever sem a nóia de estar plagiando!

"A massacrante felicidade dos outros" é algo que sempre me chamou à atenção. Especialmente porque a mim, não massacra absolutamente nada. Adoro ver gente feliz, especialmente gente do bem, e mais ainda, quando é gente que eu amo. Mas, mesmo quando não é gente que eu amo, é um ilustre desconhecido, ou mesmo quando a criatura nem é tão do bem quanto deveria ser... eu fico feliz só de ver gente feliz.

E percebo que isso não é normal. Ou melhor, não é comum. Deveria ser, mas não é. Penso que não haja um estoque de felicidade no universo, que diminua quando alguém está feliz, e que, por isso, chegue a faltar pra mim. Então... o que me custa ficar feliz com a felicidade alheia??? O que me dói, ver que alguém conseguiu um emprego legal, está amando e sendo amado, passou num concurso público, comprou o carro (ou a casa, ou o PC, whatever) que sempre desejou, teve o bebê pelo qual esperou, está passando as férias no Caribe ou fazendo um cruzeiro fantástico pelas ilhas gregas?

Eu vibro, sim, fico com o coração pulando, quando vejo gente feliz. E isso só me faz bem! Absorver a energia boa que gente feliz emana, é lucro pra mim! Estupidez é pensar que só porque não aconteceu comigo, não vale à pena me alegrar.

E o post de hoje é especialmente para dizer o quanto fiquei feliz em ir jantar ontem com a Lôra, jantar preparado pelo Gordo, que finalmente voltou a ser o Gordo dela - e era isso que estávamos celebrando. É também pra dizer que aqueles olhinhos verdes brilhando me dão uma alegria imensa no coração, e que eu desejo todo amor que houver nessa vida pros dois!

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