5.2.09

Fina Flor

Quando estive em maio no Rio consegui ir ver o Sol na Boca, show da Mônica Montone. Foi uma noite mágica, e eu escrevi sobre ela mas inexplicavelmente não escrevi sobre a tarde deliciosa que passamos juntas, eu, ela e Mercedes (depois de embarcarmos Alene no Galeão) alguns dias depois. Passeando no centro do Rio, na zona sul, procurando a casa de Chico, tomando café e comendo um negócio gostoso de chocolate que eu esqueci o nome, na padaria onde Chico compra pão todo dia, conhecendo a livraria que parece com a minha, e parecendo que a gente se conhecia há séculos.

Mônica é uma estrela, uma fada, uma flor iluminada... camaleoa, como ela mesmo se descreve. E poeta. Com um blog que não deixa ler pelo google reader seilaporqualmotivo, e que eu ultimamente tenho lido com menos frequência.

Um blog onde tem uma profusão de textos, poesia, emoção à flor da pele e à flor da alma, que dão vontade de chorar, de rir, de cantar, de abraçar... de dizer que quase tudo que tá ali poderia ter saído de mim, caso eu tivesse a bênção da poesia no âmago, como ela tem...

Hoje voei por lá, e o canteiro estava repleto de coisas boas de ler, aliás, como sempre. A emoção bateu forte e eu corri pra escrever um e-mail meloso, dizendo isso que estou dizendo aqui e mais um pouco, porque continuo tendo a certeza de que quando dá vontade, a gente tem mais é que dizer que ama, que gosta, que admira, que se emocionou... Afinal de contas, a gente só ganha quando ama, e pode perder uma oportunidade preciosa se não deixar o outro saber desse amor.

Voltei para ver as fotos do Rio e vi como sou feliz de viver tantos momentos doces e deliciosos. De conhecer pessoas ricas e caras, que fazem com que meus dias sejam melhores e maiores, mais cheios de sabores novos e novos cheiros.

Era isso e mais um tanto que eu queria dizer, mas as palavras são mais amigas dela do que minhas. Então, faz de conta que vocês captaram tudo que meu coração sentiu, e... pronto!

Foto by Alene Lins.

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