21.6.09

Em casa.

Não, não é na MINHA. Mas é em casa = fora do hospital. Foi um processo, arrumar tudo, sair, passar na farmácia e chegar. Não, não foi simplesmente “chegar”. Uma coisa simples como saltar do carro pode se tornar um exercício pesadíssimo para um recém-operado e para uma mãe esgotada.

O led de baixa energia começou a piscar em mim, e o alarme a apitar. Tenho que parar e recuperar as forças. Estou me sentindo esgotada no sentido exato da palavra. Acabei. Murchei. Gastei toda. Não sei como vai ser a partir de agora. Estou me sentindo um peixe fora d’água, fora do meu ambiente e fora do controle da situação.

O importante é que meu menino está bem, a cirurgia deu certo e não ficaram sequelas. Tenho que me concentrar nisso, e esquecer o resto. Além do mais, aqui ele está perfeitamente à vontade, rindo, conversando, assistindo TV com o primo da mesma idade…

Vou dormir na casa de Line durante esses dias, e quinta-feira vôo de volta pra casa. [Amor, me espera, que agora sou eu que preciso de colo, dengo e cuidado.]

(Não descarreguei as últimas fotos, e estou sem forças pra levantar e pegar a câmera e o cabo. Fico devendo. E sempre pago.

 

UPDATE:

Descansei um bocado à tarde, e descobri que a pressão estava alta. Alta = 11x7. E é alta mesmo, pois o meu normal é 9x6, 8x5. Como não tinha medicação pra tomar, tomei bastante água pra diluir o sódio do organismo, descansei, e estou melhor.

O pai ajeitou um apoio especial na cama, e o quarto virou uma lan house: ele, o primo e eu, cada um com um computador.

21-06-09 (17)

Só quem viu pode acreditar na mudança de humor da criança quando começou a jogar!

Recife 15 a 25 de junho

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