14.1.10

Bléh.

São "somente" quatro dias sem escrever – o post do dia 11 não conta, foi só a música – mas estou sentindo como se fosse um século. Há momentos em que as palavras ficam gritando pra sair, por algum motivo não conseguem… e eu vou ficando aflita, louca pra escrever, pra contar do diarinho, das novidades, dos problemas [aparentemente] insolúveis, do que passou, do que não passa nunca, do que virá… E a conjunção das estrelas no céu – ou das conchinhas do mar -  desenham outra coisa e eu me calo.

Tem a indefinição do meu site, dos trabalhos fotográficos que preciso finalizar e entregar, da vida doméstica e dos ajustes práticos da casa… Tem a angústia do mestrado travado, do texto que preciso escrever para o livro da Exposição (Sim, vai sair um LIVRO, publicado pela Editus, com as fotos e os resultados do projeto Rio do Engenho, Festas, Saberes e Sabores)… Tem a enxaqueca que está ficando quase crônica, e uma diarréia que apareceu esta noite e não me deixou sair de casa, tem a gripe de Marido e Filhote… Tem a viagem do Filhote para passar férias com o pai, e conseguiu perder o ônibus estando dentro da rodoviária de Itabuna [DDA em ação!]…

Acho que tudo isso está me deixando assim, empanturrada de palavras que não saem,  já quase me dando indigestão.  Mas acho que depois desse post-vômito vou conseguir me arrumar e escrever algo que preste. Aguarde e confie.

Lembram desta árvore?

Mestrado CulTur SIP 08-12-09 002

Não?

Pois ela é essa que está na foto abaixo, à direita, completamente seca e sem folhas ou flores: 

Primavera 28-09-09 001

E assim tem sido minha vida, altos e baixos, secura e florada… a boa e velha montanha-russa. ;)

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