3.2.10

Futebol – paixão nacional (?)

Eu já disse que tô cansada? Aqui, hoje, não, né? Mas de verdade eu já disse , só hoje, 1488 vezes. Dia de matrícula de calouros lá no meu cubículo insalubre, que hoje ficou mais quente e apertado do que nunca. E eu me senti a própria torturadora ou delegada de polícia “fichando” os pobres coitados, homens e mulheres, jovens e velhos – e até um padre! – pra conferir as digitais com as que foram colhidas no vestibular.

Mas apesar de tudo isso, eu hoje ainda fui “na rua”, depois que voltei do trabalho, e enquanto Marido fazia a barba e cortava o cabelo fui resolver coisinhas do casório na casa de uma amiga. Sim, e ainda fiz um tannnnto de coisas no computador, li um bocado de Julie & Julia (thanks, Tâmara!)… e é claro que sapeei no twitter. Lá, vi o link da Lile sobre futebol – bem no dia em que o Flamengo tá jogando, e Marido tá me trocando por um monte de homem barbado correndo atrás de uma bola.

E eu cada vez mais adoro quando um comentário que vou fazer no blog de alguém vira um post para o meu próprio blog… O chato só é ter que explicar como tudo começou.

Pois então, Lile escreveu que é apaixonada por futebol desde criança, que é Atleticana, e Namorado dela (vou cobrar direitos autorais, viu?) é cruzeirense… Ai, que eu fiquei emocionada com a história... e com peninha, também! Eu nunca tive time, desses declarados, de camisa, amor e brigas mil. E só dizia pura e simplesmente que não gostava de futebol.

Mas hoje, depois de Marido na minha vida, estou descobrindo que nunca tive time mesmo, foi com medo de ter que trocar um time por um amor, ou vice-versa. Eu nunca fui de enfrentamentos. E Marido é craque de futebol [ou foi, para ser mais exata]. De torcer pro Flamengo de Ilhéus, com as cores erradas (amarelo e preto, em vez de vermelho) e jogar no Ferroviário, que era vermelho, preto e branco. Isso nos idos de 60, quando eu nem era nascida – mas ele já era lindo! – até o Baba dos Cem na Avenida Soares Lopes.

Eu só dizia que “não sou Vasco”, por pura implicância com uns vascaínos chatos que eu nunca amei, mas hoje arrisco dizer timidamente que torço pelo Flamengo, pelo menos pra ver Marido feliz. Pois eu não acreditava que humor de homem, ao contrádio do de mulher, que se altera com hormônios, se altera é com futebol.

Não, Lile, eu não sou apaixonada por futebol… sou apaixonada mesmo é por Ele!

FERROVIÁRIO

(Quem descobre quem é ele??? – Clica que aumenta!)

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