10.3.10

Post diarinho e observações antropológicas no centro da cidade

Comecei a escrever ontem, quarta, 09/03.

O dia hoje foi punk.

Saí de casa cedinho, cheia de planos que foram dando errado um após o outro. Outros planos foram se desenhando, e pelo menos esses consegui finalizar. O interessante é que fiquei desconectada cerca de 9h seguidas, e em muitas vezes me peguei pensando em como contaria aquilo que vi/vivi, ou que “esse é um bom assunto para um post…”

Danado é, depois de chegar em casa, sentar na frente do computador, e as idéias se misturam, somem, se dissolvem… e o post  que prometia tanto vira um amontoado de nada. Mas como o título diz, a tentativa é de um diarinho com observações subjetivas. Será que sai?

[Marido me obrigou a desligar o notebook e ir dormir. É, o casamento muda muitas coisas. Só continuando, porque vou pra capitá daqui a pouco, e provavelmente não vou ter tempo de ficar de bobeira na net, nem de postar.]

Só listando o que fiz ontem, já que não dá pra fazer as prometidas considerações antropológicas: Peguei a furadeira que Dinah me deu – o mais inusitado presente de casamento que recebemos! – e  uma aquarela  linda, que eu adoreeeeei e vou dar outro nome a ela; comprei 3 brocas, parafusos e buchas; levei papai e mamãe ao médico (ortopedista, estão os dois com os joelhos podres); troquei meu nome no Bradesco; perdi tempo no SAC e no Detran; visitei um bebê recém-nascido; coloquei fotos no porta-retrato que Felipe e Karol nos deram,  e ainda assisti “O Leitor” quando voltei pra casa (confirma minha tese: o livro é SEMPRE melhor que o filme).

Hoje já fiz unha, cortei cabelo, embarquei Marido pra Curitiba e estou de malas prontas, esperando a carona de Renato. Então… tchau, galera. Mas não me esqueçam, eu vou e volto, como diziam os indianos da novela. ;)

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