26.4.10

Do bom e do mau em meus dias

Segundo os entendidos, estou em pleno inferno astral, isto é, nos 30 dias que antecedem o aniversário. E, sim, muitas coisas “dispensáveis” tem acontecido. Mas também muita coisa boa. Como em todas as épocas da vida, não é mesmo? Então, deixemos essa história de inferno astral pra lá, e deixa eu contar o que tem acontecido.

Primeiro, no sábado passado eu deveria ter iniciado as aulas da pós em Artes Visuais, mas depois de estar com tudo arrumado, passagem aérea comprada, tudo em função dessa atividade, recebi, na terça-feira um e-mail dizendo que não tinha um número de alunos suficiente para uma turma (25) e que iriam adiar as aulas, iniciando dia 22 de maio. Bom, eu respondi no impulso, um e-mail malcriado, dizendo que era um grande transtorno, essa mudança. E que dia 22 de maio eu não estaria no Brasil.

Pensei que isso iria “queimar meu filme”, mas o que aconteceu foi o contrário. Recebi um telefonema marcando uma “aula particular”, para que eu fosse “apresentada” ao ambiente virtual onde acontecerão as aulas, as atividades, fóruns de discussões, etc. No final das contas, não perdi a viagem, nem a pós.

Outra coisa que me levou a Salvador, foi buscar a minha Canonzinha que estava na assistência técnica, porque tinha travado o zoom. Peguei, paguei e saí fotografando. Em dois dias, fiz cerca de 300 fotos., nada demais, mas foram fotos que marcaram momentos especiais… 

Minha “desvirginação” no cinema 3D (assisti “Como treinar seu dragão” com  Marta e “Alice no País das Maravilhas”  com Dinah), fotos do prédio onde farei a pós, fotos da orla de Itapuã, das flores e do painel do jardim de Dinah…  Tudo isso foi devidamente fotografado, e por um vacilo meu, deletei da câmera achando que tinha descarregado no pc.

Fiquei muito chateada, e seguindo orientação da Outra Bel, procurei no Pai Google um programa que me ajudasse a recuperar fotos deletadas do cartão de memória. Nenhum dos 4 programas que baixei deu resultado. Mas eu não perdi a esperança, e obedeci à orientação de não fotografar nada antes de tentar de todas as maneiras recuperar as fotos deletadas.

Beleza. Só que no último dia na capital, rolou uma visita ao Forte São Marcelo, e como aproveitar plenamente o passeio SEM FOTOGRAFAR??? Bom, depois de tentar comprar um cartão de memória (sábado às 17h, só em shopping, e se fôssemos a um shopping, já era passeio), Marta me ofereceu a câmera dela, e eu aproveitei.

O Forte é um lugar lindo, que me atraía desde sempre, visto lá de cima, do Elevador Lacerda, e que eu nunca tive oportunidade de visitar de verdade.  Pois o dia chegou, e foi delicioso. Fomos no final da tarde, com direito a fazer a travessia num barco só pra nós, e um lindo por-do-sol.

Mas chega de falar, é melhor mostrar:

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Forte São Marcelo

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