12.6.10

Pra você, Amor.

Amor. É assim que eu te chamo, o tempo todo.  Aqui no blog, era Namorado, depois virou Marido. Mas independente de como chamar, AMOR, é o que eu sinto. Sinto que amo, e sinto que sou amada. Sinto que pertenço a você, e que você me pertence. Mas não é pertencer de propriedade, não. É de fazer parte, como no inglês, belong. E You are The One. Sabe “The One”, o Escolhido, aquele que não deixa dúvida? É isso. É o que me deixa SABER.

Saber que podemos estar juntos o dia inteiro, e não enjoar, nem brigar, apesar de brincar de brigar algumas vezes. Saber que posso confiar em você, que posso me apoiar em você, mas também que você pode confiar e se apoiar em mim. Saber os seus gostos e descobrir sempre coisas novas a seu respeito. Saber que somos complementares e que mesmo quando discordamos podemos conviver com nossas diferenças, sem exigir concordância absoluta do outro. Saber que há respeito à individualidade, apesar de nos sentirmos UM. Saber que minhas necessidades (emocionais, físicas ou materiais) são percebidas e entendidas por você, saber que mesmo que você não possa suprir todas, você não as considera como bobagem.

Saber que com você eu posso fazer planos a curto, médio e longo prazo, e saber que somos capazes de realiza-los. Saber que podemos nos adaptar um ao outro sem maiores sofrimentos: você sai mais, eu fico mais em casa. Você toma mais coca, eu tomo adoçante. Você vai mais à praia, eu vou mais ao mercado (mesmo que vc não me queira lá! Rá!). Você dorme um pouquinho mais tarde, eu acordo um pouquinho mais cedo.

E assim, nesse dia dos namorados (já li tantos posts querendo matar quem criou a data, que nem sei se me refiro a ela!) eu posso novamente me aconchegar em seus braços e só ficar assim, quietinha, curtindo a felicidade de belong to You.

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Centro George Pompidour, Paris – 16/05/2010

(Comendo pistache e tomando coca, sentados no chão, aproveitando a manhã de sol, como bons turistas na Europa)

 

 

[Este post faz parte da Blogagem coletiva Cartas de Amor, promovida pela Vanessa, do Fio de Ariadne. Mas eu escrevi porque quis, e porque é tudo verdade.]

 

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