24.8.10

Coisas que a vida ensina depois dos 40

Artur da Távola
Amor não se implora, não se pede não se espera…
Amor se vive ou não.
Ciúme é um sentimento inútil. Não torna ninguém fiel a você.
Animais são anjos disfarçados, mandados à terra por Deus para mostrar ao homem o que é fidelidade.
Crianças aprendem com aquilo que você faz, não com o que você diz.
As pessoas que falam dos outros pra você, vão falar de você para os outros.
Perdoar e esquecer nos torna mais jovens.
Água é um santo remédio.
Deus inventou o choro para o homem não explodir.
Ausência de regras é uma regra que depende do bom senso.
Não existe comida ruim, existe comida mal temperada.
A criatividade caminha junto com a falta de grana.
Ser autêntico é a melhor e única forma de agradar.
Amigos de verdade nunca te abandonam.
O carinho é a melhor arma contra o ódio.
As diferenças tornam a vida mais bonita e colorida.
Há poesia em toda a criação divina.
Deus é o maior poeta de todos os tempos.
A música é a sobremesa da vida.
Acreditar, não faz de ninguém um tolo. Tolo é quem mente.
Filhos são presentes raros.
De tudo, o que fica é o seu nome e as lembranças acerca de suas ações.
Obrigada, desculpa, por favor, são palavras mágicas, chaves que abrem portas para uma vida melhor.
O amor… Ah, o amor…
O amor quebra barreiras, une facções,
destrói preconceitos, cura doenças…
Não há vida decente sem amor!
E é certo, quem ama, é muito amado.
E vive a vida mais alegremente…

Os jovens podem até achar que sabem, mas só a maturidade nos dá a certeza experimental de tudo isso. E muito mais.

[Li esse poema (?)  (crônica? ) no blog de Maria Luiza Heine, creditado a Artur da Távola. Googlei, e tem 1488 entradas como sendo dele. Então, caso não seja, e o autor seja você (ou saiba quem é), informe, para que a correção seja feita.]

3 comentários:

Kelly disse...

A maturidade traz conhecimentos que só se aprende com ela mesmo. Hoje entendo aquela frase " queria ter 20 anos menos mas com a experiência de hoje!" beijos

Carla Ceres disse...

Que pena que o texto não é meu! Bem que eu queria. Parabéns ao autor e a você, Anabel, pela escolha! Nada melhor do que começar o dia lendo este blog. Beijos!

Fernanda Reali disse...

Adoro este texto há bastante tempo e o conheci como sendo do Arthur da Távola também.

bjs