11.12.11

Foi como tinha que ser

Num domingo nublado, cinzento como devem ser os dias de despedida, fomos nos despedir materialmente de Martial, espalhando suas cinzas sobre a areia da praia onde ele gostava de jogar baba, aos domingos, com os companheiros da AVEP.

Foi dolorido, emocionante, mas lindo. Tocante. Como deveria ser. Lágrimas rolaram dos olhos, engasgos se ouviram na voz de quem tinha que falar... mas tudo foi como tinha que ser.

Acho que ele estava rindo, feliz, vendo o que a gente fazia. Vendo as lágrimas, os sorrisos, e a felicidade que família e amigos tiveram, por conviver com ele, por amarem e se sentirem amados. Sim, com certeza ele estava gargalhando!

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Mas é impressionante a diferença que faz a presença de uma criança nesses momentos de dor!

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(Lilás, sobrinha-neta de Martial e Celina)

 

PS- Este foi um momento especialmente emocionante para mim, pois Martial foi a pessoa responsável por hoje eu ter Marido. Veja aqui porque.

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