3.11.12

Minimalizando #2

Quando falei sobre o minimalismo neste post, toquei no ponto do desapego de ítens materiais. E vou retomar o assunto agora, contando como tem sido gostoso me desfazer de um tanto de coisas que não são estritamente necessárias e estão apenas ocupando espaço e fazendo nossa casa ser mais bagunçada do que precisa. (Sim, eu acho que uma casa precisa ser um tantinho bagunçada, pra mostrar que tem GENTE vivendo nela, e que não é um hospital esterilizado).

Quando voltei de viagem, com um monte de algumas blusas compradas por um preço lindo nas lojas de Londres e Barcelona, [tks, Line, my personal stylist] fiz uma arrumação no guarda-roupa, e encaminhei para doação as peças que podiam ser dispensadas, seguindo a fregra que uso há algum tempo: Se entrou algo, sai algo. Uso o seguinte critério básico:

  • Se não uso há mais de 6 meses
  • Se está com cara de roupa velha
  • Se não cabe em mim

Célia, a moça que faz faxina e Adriana, a secretária de mamis foram as sortudas destinatárias dessa leva de doação.

Quando o filhote estava pra chegar, precisei desocupar o quarto que um dia foi dele,e… dessa vez foi sério. Doação: 3 sacos de 100 litros, incluindo bolsas, roupas de cama e banho e sapatos. Lixo: outros 3 sacos de 100 litros, com papéis, sacolas plásticas, e bobagens que não sei porque insistiam em morar aqui.

Foi um alívio sem tamanho,e me mostrou que não preciso de tanta coisa na vida… Mas ainda falta dar uma geral na cozinha e descartar o que está gasto, amassado e feio… e ver se não preciso repor algumas peças (tipo potes plásticos, que estão amarelados e/ou rachados/quebrados.

Além do alívio interior, tem aquele lance: é sempre bom ter espaço para algo novo… Hoje chegou uma espécie de “mensageiro do vento”, mas que não faz barulho, só é gostoso de ficar olhando…

Cabana Ariramba 02-11-2012 203 c

Bom, minha opção de minimalismo inclui a seguinte assertiva: à minha volta só devem ficar coisas que me fazem bem, seja pela utilidade, pelo prazer ou pelas memórias. O que “não fede nem cheira” está a meio caminho de entrar nos sacos de 100 litros. E as coisas que não têm utilidade, não me dão prazer ou não me lembram coisas boas, serão dispensadas sem dó nem piedade. O que não quer dizer que eu deixe de, como hoje, comprar algo que se encaixe nas características de “coisas que devem ficar”. Com muito amor!

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