7.2.13

Mais notícias do front

Para não ser um update do post anterior, vim contar as novidades depois da ida ao Dr. Endócrino hoje. Na verdade, fui a um Dr. e uma Dra., porque não fiquei satisfeita com o pouco caso que o primeiro fez das minhas estrelinhas no lugar da contagem do colesterol. Nem explicou, nem conversou, nem nada. Receitou um remédio para diminuir os triglicerídeos e reduziu a dose da levotiroxina.

Perguntei sobre alimentação, ele foi curto e seco: procure um nutricionista. Simples assim. Ó, fiquei muito chateada.Muito mesmo. E com vontade de sentar e escrever desabafando minha indignação com essa falta de consideração de um profissional que deveria me ajudar a melhorar minha saúde. Mas já que quem tem que cuidar de mim sou eu mesma, respirei fundo e entrei no Empório que fica defronte à clínica e fiz a feira: Farinha de linhaça, farinha de berinjela, chia, castanha do Pará e completando, apesar de sair da dieta, 100g de tâmaras frescas [ já que não ganhei as do sorteio da Inaie].

No caminho de casa passei pela frente de outra clínica, e só pra descontar minha raiva, parei pra ver se tinha algum outro endócrino que atendesse pelo meu plano. Tinha. Esperei um bocado, mas fui atendida hoje mesmo. Enquanto esperava, perguntei ao Pai Google qual era a dieta recomendada para diminuir as taxas de triglicerídeos e colesterol. Nenhuma novidade. Sem carboidratos, sem gordura, sem açúcares, o que inclui massas. Beleza de Creuza. Só que não.

A Dra. que me atendeu em seguida foi um tantinho mais interessada, pelo menos fez uma anamnese básica, e ficou super feliz por eu já estar com os exames em mãos. Me explicou que as estrelinhas do colesterol não indicavam que ele está super hiper mega alto. Ele foi impossível de ser medido porque a alta dos triglicerídeos faz com que o sangue colhido para o exame fique “sujo” e não dê para fazer a medição. Então, pode ser que eu não morra disso, pelo menos, não agora.

Ela conversou um bocado sobre a baixa do TSH e os efeitos disso na minha saúde em geral, alterou a dose da levotiroxina igual ao primeiro médico e receitou o mesmo remédio que ele, para diminuir os triglicerídeos. Bom, a essa altura, tive certeza de que o tratamento é esse mesmo e aliviei minha raiva, já que alguém se mostrou um pouquinho mais interessado pela minha situação.

Ela também insistiu sobre os benditos exercícios físicos, e eu desconversei… discretamente. Aí no comecinho da noite pra mim e na madrugada pra ela, bati papo com a Inaie que me mandou googlar sobre o livro que fala da dieta de carga glicêmica de Patrick Holford. Encontrei no Google Books em espanhol, mas dá pra ler. (veja aqui)

Gosto de tomar atitudes racionalmente, apesar da impulsividade característica da minha pessoa. E uma das coisas que o livro diz é que o desânimo em se exercitar é fruto de um mau controle da carga glicêmica (CG) e a partir de quando se controla a CG se tem mais energia para praticar exercícios físicos. Vamos acompanhar.  Ele explica bem direitinho, mas resume dizendo pra observar a CG dos diversos alimentos, e fala que vai dar uma tabela. Eu estava gostando muito, mas a frustração chegou na página 76, que foi a última disponível no Google Books, evidentemente ANTES dele apresentar a tabela anunciada.

Anyway, seguem alguns trechos interessantes na parte da motivação, que estou precisada:

image

image

image

image

image

image

 

image

Alimentos recomendados:

image

Ainda vou traduzir via Google Translate os nomes dos alimentos, porque tem coisa que nunca ouvi falar antes.  E vou procurar o livro pra comprar. [É investimento, é investimento].

Agora vou pra caminha, estou exausta depois dessa maratona em torno de médicos, farmácia, Empório e Google. Se alguém quiser contribuir com alguma dica… tô aceitando.

Nenhum comentário: