19.4.13

O encontro - minha versão

A Bah já postou (no dia seguinte) sobre o nosso encontro em Londres. E eu, até agora estou aqui, atrasada nos posts sobre a viagem, mas tive que vir dar a minha versão dos fatos. Isso não quer dizer que a versão da Bah tá errada, mas, como tudo tem seus dois lados… lá vai o meu.

A Bah é uma brasileira que já morou no Japão e agora, casada, está em Camberley, pertinho de Londres. Atualmente à procura de emprego, e fazendo trabalho voluntário de tradução de legendas em português para seriados americanos, ela passa muito tempo conectada, o que faz com que nossa ligação virtual mesmo sendo recente, seja bem frequente.

Quando falei que ia passar uma semana em Londres, já agendamos para passar um dia juntas, com Diego de companhia também, of course. Nos encontramos na estação de Waterloo e de lá ganhamos a cidade, começando pelo South Bank.

A intenção era irmos na London Eye, mas estava completamente nublado (e muito frrrrio, como vocês podem ver pelo nosso figurino) e era perder dinheiro andar na roda gigante sem conseguir ver nada.

optamos por um programa em lugar fechado, e fomos ao Museu de História Natural, doidos pra ver os dinossauros. Mas… nos encantamos com uma escada rolante com efeitos  de luz, e… nos vimos presos numa rota onde tinha muita coisa interessante, mas nada de dinossauros!

 

A essa altura, bateu a fome, e resolvemos procurar algo barato pra comer (tipo McDonalds) na intenção de voltar e encontrar os dinos, que descobrimos na saída, estavam bem à frente, desde que não tivéssemos subido a tal escada rolante! Só que… as ruas estavam desertas – suponho que pelo frio intenso – e demoramos de encontrar um McDonalds (não apareceu NADA interessante antes dele) e aí já bateu a preguiça de andar tudo de volta. Comemos sanduíches sem graça, e constatamos que a comida em Londres não é mesmo das melhores, até os fast foods são piores que no resto do mundo!

De lá, resolvemos ir a Abbey Road. Na verdade por conta de Diego, já que tanto eu quanto ela já havíamos passado por lá. só eu atravessei a faixa, os dois ficaram com vergonha, ó eles ali, pra me fotografar (e até hoje não me mandaram as fotos!) Lá encontramos um brasileiro mal educado, que falou besteira pra mim em português, sem imaginar que eu entenderia… e responderia à altura. Foi tosco, mas a cara dele quando o chamei de imbecil, foi impagável.

A mocinha ficou trocando SMSs com o Maridão, que nos observou pela câmera que grava tudo em tempo real e ainda deu print na tela quando posamos dando tchauzinho!

Claro que deixamos nosso autógrafo no muro dos Studios Abbey Road, e descobri tristemente que  o que escrevi em setembro com Line já não estava mais lá! Preencher aqueles muros com nomes é mais rápido do que encher as grades da Igreja do Bonfim com fitinhas!!!

De lá pegamos um ônibus (vermelhinho, de dois andares que foi o primeiro ônibus dela!) e saltamos em Baker Street, para visitar o museu de Sherlock Holmes. No fim das contas, ficamos só na Gift Shop, mas nos divertimos muito, até na ida ao banheiro! (piada interna)

A essa altura, já era quase final de tarde, e ela precisava pegar o trem para Camberley antes que escurecesse. Demos um tempinho tomando café na Starbucks de Waterloo, conversando sobre coisas “sérias” e outras não tão sérias.

Na nossa despedida, ganhei ovo de páscoa e coelhinhos de chocolate da Lindt, que me mataram de felicidade! Comi devagarzinho, e nem passei mal! Acho que meu organismo sabe reconhecer o que é especial…(Morri de vergonha de não ter levado algo pra ela…)

Bah, o dia foi lindo, e foi delicioso encontrar voê! Cansamos as pernas, quase congelamos, mas se tivesse outra oportunidade, passearia novamente com você! Agora te espero por aqui, viu? Beijo enorme!!!

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