17.7.14

Sol

Não sei, nos útimos cinco dias, quantas vezes (ou se) o sol apareceu. Não vi. Ou melhor, pra mim, foram dias cinzentos e frios, absolutamente sem sol.  O procedimento cirúrgico de sábado foi OK, mas tive complicações no pós-cirúrgico, com reações alérgicas variadas à penicilina e/ou aos antiinflamatórios. Enfim, foi horrível. Mas está passando.

E percebo que está passando, porque já consigo ver o sol. Apesar dos olhos teimarem em ficar fechados, hoje consegui deitar na rede, na varanda, e me permitir o calor gostoso do sol da manhã.

Depois de ler alguns posts aleatórios do blog The Bro Code, e ouvindo um CD antigo de Kris Kristorfenson, fiquei pensando como minha vida é boa.

Tenho um monte de problemas, não nego, e alguns beeeeem grandinhos… mas tenho também um parceiro de vida que me dá suporte (e me suporta, mesmo quando nem eu mesmo me suporto), e me ajuda a levar os problemas, devagarinho, até sua solução.

Em dias como hoje, o bom mesmo é fazer o Jogo do Contente, e pensar no quanto é bom que tudo isso tenha acontecido “nas férias”, isto é, que eu não tenha que me preocupar em repor aulas não dadas por conta de uma pipoca mal mastigada.

Ainda estou naquela de querer ficar só deitada, sem forças pra nada, comendo mal e com a sensação de “morrência”, mas vai passar, tenho certeza. E tenho essa certeza porque posso ver (e sentir) o sol.

2 comentários:

Carla Ceres disse...

Vai passar, sim, Bel. Na verdade, já está passando. Muito obrigada pela força que você me deu no blog da Camila! Você foi muito legal de ir lá e deixar comentário mesmo estando em dias de pouco sol. Força, minha linda! Beijos!

Anônimo disse...

Dodói, jururu e ouvindo baladinha country de Kris Kristorfenson...Caso grave.
Só ficarei tranquilo no dia em que nos postares dizendo que trocaste o plangente violão de K.K. pela surf guitar de Dick Dale.
http://www.youtube.com/watch?v=-y3h9p_c5-M