30.8.17

Ioiô. Ou vai e vem.

Os velhinhos. A dor. A falta de grana. O monte de projetos. O Festival. Os partos. A chuva. A balança.  O cabelo. A insônia. As séries. As aulas. As fotos pra editar. Os outros velhinhos. As amigas.

Muita coisa na cabeça. Pensamentos demais, preocupações demais. Intensidade demais.

Uma cabeça que não desliga, não relaxa... Ou entra em alfa, e não pensa em nada, de tanto que tem pra pensar?

 As incertezas. As angústias. As esperas. Os nãos. Os quases. As noites como dias. Os dias como noites.

A liberdade. A autoaceitação. A compreensão dos próprios limites. A maturidade.

Os desejos. As desculpas. A culpa por fazer. A culpa por não fazer. A confusão.

Melhor seguir o conselho:

Apaga a luz, acende a lua, irriga de amor esse coração em estágio avançado de erosão.
Medita. Contempla. Esvazia a caixola. Você também é filha de Deus, esqueceu? Então lembra.
Olha pra dentro e enxerga o tanto de si que há para amar, sem raciocínio lógico, sem teses delirantes ou pensamento mutante.
Sem pestanejar, apenas por um instante, sente. Sentimento é o que põe sentido na vida da gente.
Primeira florada da Amaryllis que Line trouxe da Holanda pra mim, ainda em formato de bulbo.




Um comentário:

Renata Feldman disse...

Fico feliz de ter servido de inspiração para o seu post, Bel. Que o meu conselho possa ser seguido com leveza e alegria, dando uma pausa cheia de paz para o seu agitado "vai e vem".

Um abraço,

Renata Feldman
renatafeldman.com.br